quinta-feira, 23 de maio de 2013
Concurso A EUROPA NO FUTURO
Recebemos da RBE a informação acerca da promoção de um concurso sobre o tema em epígrafe.
Apesar de nos aproximarmos do final do ano letivo e dos exames, o desafio é suficientemente aliciante para ousarmos não o divulgar. Todas as informações se encontram disponíveis no link que se segue:
http://www.rbe.min-edu.pt/np4/928.html
A Biblioteca Escolar está, como sempre, disponível para apoiar alunos e professores.
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quarta-feira, 22 de maio de 2013
DIA DO AUTOR PORTUGUÊS
Está a
decorrer, durante todo o dia, um passatempo que consiste na identificação de um
dos nossos autores.
É um pretexto
para que os alunos visitem a Biblioteca Escolar e dediquem algum tempo aos seus
autores preferidos e respetivas obras.Com alegria, os alunos mais novos (8ºC) aderiram entusiasticamente à proposta da sua professora de História e visitaram a BE para participarem no passatempo.
Depois, tinham à sua espera uma pequena lembrança, que não dispensaram.
| O passatempo |
| A identificar os seus autores preferidos |
| A receber o "prémio" |
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terça-feira, 21 de maio de 2013
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quinta-feira, 16 de maio de 2013
DOCUMENTOS DA BIBLIOTECA, APOIO AO ESTUDO E AO UTILIZADOR
Já se encontram disponíveis na página da Escola para utilização e consulta
diversos documentos, a saber: documentos da Biblioteca Escolar (Política de
Desenvolvimento da Coleção e Plano de Ação), alguns documentos de apoio aos
utilizadores (Como apresentar uma bibliografia, como fazer uma pesquisa e
outros) e ainda materiais de apoio ao estudo, um conjunto de fichas de leitura
de fácil resolução, feitas a partir de diversos contos e outros.
Estes trabalhos resultaram da parceria feita entre vários professores
bibliotecários, nomeadamente a professora bibliotecária do Agrupamento de
Escolas Nun'Álvares, Agrupamento de Escolas D. Manuel I e Escola Secundária
João de Barros.
Esperando que estes materiais sejam úteis a todos os utilizadores, informamos também que, no próximo ano letivo, contamos poder disponibilizar outros materiais, de modo a que a nossa Biblioteca seja cada vez mais relevante no processo de aprendizagem dos alunos.
www.secundariajbarros.net
Esperando que estes materiais sejam úteis a todos os utilizadores, informamos também que, no próximo ano letivo, contamos poder disponibilizar outros materiais, de modo a que a nossa Biblioteca seja cada vez mais relevante no processo de aprendizagem dos alunos.
www.secundariajbarros.net
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sexta-feira, 10 de maio de 2013
Intercâmbio escolar
| Exposição de trabalhos |
Depois da leitura encenada pelos alunos, em conjunto, seguiu-se um convívio e, por fim, e entrega de Diplomas feitos pelos nossos alunos e oferecidos aos mais pequenos.
| Os alunos e as respetivas professoras, Graça Salgueiro (E.S.João de Barros) e Teresa (EB Alto do Moinho) |
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quinta-feira, 9 de maio de 2013
Leitura autónoma
No âmbito da disciplina de Português, continuam a ser dinamizadas atividades de promoção da leitura autónoma.
Aqui fica patente a criatividade dos alunos, com a apresentação de sugestões de novas capas para alguns livros lidos.
Estes trabalhos são dos alunos dos 10ºA e B.
Aqui fica patente a criatividade dos alunos, com a apresentação de sugestões de novas capas para alguns livros lidos.
Estes trabalhos são dos alunos dos 10ºA e B.
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sábado, 4 de maio de 2013
Poema à mãe. A todas as mães.
Eugénio de Andrade escreveu:
mais fundo de ti,
eu sei que traí, mãe
Tudo porque já não sou
o retrato adormecido
no fundo dos teus olhos.
Tudo porque tu ignoras
que há leitos onde o frio não se demora
e noites rumorosas de águas matinais.
Por isso, às vezes, as palavras que te digo
são duras, mãe,
e o nosso amor é infeliz.
Tudo porque perdi as rosas brancas
que apertava junto ao coração
no retrato da moldura.
Se soubesses como ainda amo as rosas,
talvez não enchesses as horas de pesadelos.
Mas tu esqueceste muita coisa;
esqueceste que as minhas pernas cresceram,
que todo o meu corpo cresceu,
e até o meu coração
ficou enorme, mãe!
Olha — queres ouvir-me? —
às vezes ainda sou o menino
que adormeceu nos teus olhos;
ainda aperto contra o coração
rosas tão brancas
como as que tens na moldura;
ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
no meio de um laranjal...
Mas — tu sabes — a noite é enorme,
e todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
dei às aves os meus olhos a beber,
Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo-te as rosas.
Boa noite. Eu vou com as aves.
mais fundo de ti,
eu sei que traí, mãe
Tudo porque já não sou
o retrato adormecido
no fundo dos teus olhos.
Tudo porque tu ignoras
que há leitos onde o frio não se demora
e noites rumorosas de águas matinais.
Por isso, às vezes, as palavras que te digo
são duras, mãe,
e o nosso amor é infeliz.
Tudo porque perdi as rosas brancas
que apertava junto ao coração
no retrato da moldura.
Se soubesses como ainda amo as rosas,
talvez não enchesses as horas de pesadelos.
Mas tu esqueceste muita coisa;
esqueceste que as minhas pernas cresceram,
que todo o meu corpo cresceu,
e até o meu coração
ficou enorme, mãe!
Olha — queres ouvir-me? —
às vezes ainda sou o menino
que adormeceu nos teus olhos;
ainda aperto contra o coração
rosas tão brancas
como as que tens na moldura;
ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
no meio de um laranjal...
Mas — tu sabes — a noite é enorme,
e todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
dei às aves os meus olhos a beber,
Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo-te as rosas.
Boa noite. Eu vou com as aves.
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