Iniciamos a rubrica "Poemas de Fim de Semana" com a publicação do poema "AS BELAS MENINAS PARDAS" da poetisa Alda Lara.
Durante as próximas semanas daremos destaque a poemas escritos apenas por mulheres de origem africana.
AS BELAS MENINAS PARDAS
As belas meninas pardas
são belas como as demais.
Iguais por serem meninas,
pardas por serem iguais.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
POEMAS DE FIM DE SEMANA
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segunda-feira, 5 de setembro de 2011
LIVRO DO MÊS
A Biblioteca Escolar José Gustavo dá as boas-vindas a todos os membros da comunidade educativa e informa que já se encontra exposto o material relativo à sugestão de leitura para o mês de Setembro – O RAPAZ DO RIO, de Tim Bowler.
O referido material pode ser visto e consultado nos locais habituais – à entrada do Pavilhão da Biblioteca e junto à entrada que dá acesso à Biblioteca Escolar.
A BEJG informa também que a partir da próxima semana, sempre à quinta-feira, voltará a editar os POEMAS DE FIM DE SEMANA.
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sábado, 13 de agosto de 2011
Comemorações do nascimento de MIGUEL TORGA
O grande escritor/poeta Miguel Torga nasceu a 12 de Agosto de 1907, em São Martinho da Anta.
A BEJG associa-se às comemorações, publicando o poema "MAR" na voz de João Braga.
A BEJG associa-se às comemorações, publicando o poema "MAR" na voz de João Braga.
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quinta-feira, 30 de junho de 2011
POEMAS DE FIM-DE-SEMANA
Terminamos hoje a edição de Poemas de Fim-de-Semana.
Como iniciámos a edição dos poemas com Camões, terminaremos, igualmente, com o grande poeta publicando um soneto.
Estaremos de volta em Setembro com uma selecção de novos autores.
O dia em que nasci moura e pereça,
Não o queira jamais o tempo dar;
Não torne mais ao Mundo, e, se tornar,
Eclipse nesse passo o Sol padeça.
A luz lhe falte, O Sol se [lhe] escureça,
Mostre o Mundo sinais de se acabar,
Nasçam-lhe monstros, sangue chova o ar,
A mãe ao próprio filho não conheça.
As pessoas pasmadas, de ignorantes,
As lágrimas no rosto, a cor perdida,
Cuidem que o mundo já se destruiu.
Ó gente temerosa, não te espantes,
Que este dia deitou ao Mundo a vida
Mais desgraçada que jamais se viu!
Luís de Camões
Como iniciámos a edição dos poemas com Camões, terminaremos, igualmente, com o grande poeta publicando um soneto.
Estaremos de volta em Setembro com uma selecção de novos autores.
O dia em que nasci moura e pereça,
Não o queira jamais o tempo dar;
Não torne mais ao Mundo, e, se tornar,
Eclipse nesse passo o Sol padeça.
A luz lhe falte, O Sol se [lhe] escureça,
Mostre o Mundo sinais de se acabar,
Nasçam-lhe monstros, sangue chova o ar,
A mãe ao próprio filho não conheça.
As pessoas pasmadas, de ignorantes,
As lágrimas no rosto, a cor perdida,
Cuidem que o mundo já se destruiu.
Ó gente temerosa, não te espantes,
Que este dia deitou ao Mundo a vida
Mais desgraçada que jamais se viu!
Luís de Camões
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quarta-feira, 22 de junho de 2011
POEMAS DE FIM-DE-SEMANA
Esta semana, os mistérios, a beleza e os segredos da poesia de José Luís Peixoto
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na hora de pôr a mesa, éramos cinco:
o meu pai, a minha mãe, as minhas irmãs
e eu. depois a minha irmã mais velha
casou-se. depois, a minha irmã mais nova
casou-se. depois, o meu pai morreu. hoje,
na hora de pôr a mesa, somos cinco,
menos a minha irmã mais velha que está
na casa dela, menos a minha irmã mais
nova que está na casa dela, menos o meu
pai, menos a minha mãe viúva. cada um
deles é um lugar vazio nesta mesa onde
como sozinho. mas irão estar sempre aqui.
na hora de pôr a mesa, seremos sempre cinco,
enquanto um de nós estiver vivo, seremos
sempre cinco.
In, A criança em ruínas
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na hora de pôr a mesa, éramos cinco:
o meu pai, a minha mãe, as minhas irmãs
e eu. depois a minha irmã mais velha
casou-se. depois, a minha irmã mais nova
casou-se. depois, o meu pai morreu. hoje,
na hora de pôr a mesa, somos cinco,
menos a minha irmã mais velha que está
na casa dela, menos a minha irmã mais
nova que está na casa dela, menos o meu
pai, menos a minha mãe viúva. cada um
deles é um lugar vazio nesta mesa onde
como sozinho. mas irão estar sempre aqui.
na hora de pôr a mesa, seremos sempre cinco,
enquanto um de nós estiver vivo, seremos
sempre cinco.
In, A criança em ruínas
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terça-feira, 21 de junho de 2011
Português Língua Não Materna - Exposição
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Português Língua Não Materna - Exposição
Encontra-se no local das exposições, junto à Biblioteca Escolar, o trabalho realizado pelo aluno Dionisie Rosca, 12ºC, no âmbito da disciplina de Português Língua Não Materna.
O trabalho teve como base a leitura de "O Principezinho".
O trabalho teve como base a leitura de "O Principezinho".
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