terça-feira, 3 de maio de 2011

Livro do mês de Maio

  Encontra-se já disponível informação sobre o livro escolhido para este mês: A TURMA.

É um livro de François Bégaudeau e está disponível na Biblioteca Escolar.

O CINECLUBE da escola conta exibir, em breve, o filme.


 

quinta-feira, 28 de abril de 2011

POEMAS DE FIM-DE-SEMANA

Jardim com flores

Quem me compra um jardim
com flores?
borboletas de muitas cores,
lavadeiras e passarinhos,
ovos verdes e azuis nos ninhos?

Cecília Meireles

domingo, 24 de abril de 2011

CONVERSAS COM SABOR...

A BEJG anuncia para breve mais uma sessão da Comunidade de Leitores - CONVERSAS COM SABOR...
Convidado: SURPRESA!!!!!!!!!!!!!!!

No dia 23 de Maio, pelas 12h, o escritor ARMINDO REIS visitará a nossa Escola para falar de literatura infantil.
O escritor, que é também ilustrador de muitos dos seus livros, emprestou uma exposição contendo os originais das ilustrações de dois livros. Sâo desenhos maravilhosos cheiros de luz e de cor que decorarão durante alguns dias as paredes contíguas à Biblioteca Escolar.

sábado, 23 de abril de 2011

POEMAS DE FIM-DE-SEMANA

ABRIL DE ABRIL

Era um Abril de amigo Abril de trigo
Abril de trevo e trégua e vinho e húmus
Abril de novos ritmos novos rumos.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

POEMAS DE FIM-DE-SEMANA

Havia
na minha rua
uma árvore triste.

Quebrou-a o vento.

Ficou tombada,
dias e dias,
sem um lamento.

(Assim fiquei quando partiste…)


Saul Dias

quinta-feira, 7 de abril de 2011

POEMAS DE FIM-DE-SEMANA

Há palavras que nos beijam

                                        Alexandre O'Neill

Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca.
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.

quinta-feira, 31 de março de 2011

POEMAS DE FIM-de-SEMANA

Para dar início a esta actividade, POEMAS DE FIM-DE-SEMANA, a Biblioteca Escolar escolheu um excerto de “OS LUSÍADAS”, e espera poder contar com a sugestão dos seus leitores nas próximas semanas.
(…)
138
Do justo e duro Pedro nasce o brando
(vede da natureza o desconcerto),
Remisso e sem cuidado algum, Fernando,
Que todo o Reino pôs em muito aperto;
Que, vindo o Castelhano devastando
As terras sem defesa, esteve perto
De destruir-se o Reino totalmente;
Que um fraco Rei faz fraca a forte gente.
139
Ou foi castigo claro do pecado
De tirar Lianor a seu marido
E casar-se com ela, de enlevado
Num falso parecer mal entendido;
Ou foi que o coração, sujeito e dado
Ao vício vil, de quem se viu rendido,
Mole se fez e fraco; e bem parece
Que um baxo amor os fortes enfraquece.
140
Do pecado tiveram sempre a pena
Muitos, que Deus o quis e permitiu;
Os que foram roubar a bela Helena,
E com Ápio também Tarquino o viu.
Pois por quem David Santo se condena?
Ou quem o Tribo ilustre destruiu
De Benjamim? Bem claro no-lo insina
Por Sarra, Faraó; Sichém por Dina.
(…)

Canto III; Est.138/149; Página 179

“Os Lusíadas” de Luís de Camões (Figueirinhas)