Jane Austen nasceu em Steventon, Reino Unido, no dia 16 de Dezembro de 1775, no seio de uma família da aristocracia rural; estas origens serviram-lhe de contexto para todas as suas obras, cujo tema gira em volta do casamento da protagonista.
O seu poder de observação do quotidiano deu-lhe material suficiente para dar vida às personagens. A ironia que utiliza para descrever as personagens dos seus romances e o seu estilo aparentemente inocente, colocam esta escritora num elevado patamar, pelo que atingiu uma notoriedade importante, entre os leitores.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Biografia de Jane Austen
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Biblioteca José Gustavo
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07:40
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Livro do Mês
Sinopse do Livro Ema
Trata-se de uma interessante história sobre os valores e os costumes da época vitoriana que se desenrola numa pequena cidade inglesa.
O romance tem início com Emma Woodhouse, uma mulher bela, inteligente e optimista, a assistir ao casamento de Miss Taylor, sua preceptora, com Mr. Weston, um viúvo que tem um filho, Frank Churchil
Emma é a mais nova de duas irmãs; a mais velha, Isabella, é casada com John Knightley, irmão de George Knightley, o qual é muito amigo de Emma.
Trata-se de uma interessante história sobre os valores e os costumes da época vitoriana que se desenrola numa pequena cidade inglesa.
O romance tem início com Emma Woodhouse, uma mulher bela, inteligente e optimista, a assistir ao casamento de Miss Taylor, sua preceptora, com Mr. Weston, um viúvo que tem um filho, Frank Churchil
Emma é a mais nova de duas irmãs; a mais velha, Isabella, é casada com John Knightley, irmão de George Knightley, o qual é muito amigo de Emma.
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07:38
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Notícias da Biblioteca
Encontra-se já disponível, nos locais habituais, informação a respeito do livro do mês – Emma de Jane Austen.
Realizar-se-á, no próximo dia 21 de Fevereiro, pelas 10h a primeira sessão de Conversas com Sabor, actividade integrada na Comunidade de Leitores.
Nesta sessão, para além dos membros da Comunidade de Leitores, estará presente o jovem escritor SAMUEL PIMENTA. A conversa decorre à volta do livro “O Escolhido”.
Nesta sessão, para além dos membros da Comunidade de Leitores, estará presente o jovem escritor SAMUEL PIMENTA. A conversa decorre à volta do livro “O Escolhido”.
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07:31
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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Escalão C
1º Prémio
Um Conto de Natal
Aproximava - se o Natal. O dia amanheceu frio e cinzento, como devem ser os dias que antecedem o Natal. Flor acordou cedo como habitualmente mas, como já estava de férias, deixou - se ficar na cama, absorvendo a alegria calma e doce própria das manhãs de férias. Sentia - se duplamente feliz: estava de férias e era Natal, a sua época do ano preferida. Flor tinha dez anos. Além de ser filha única, era a única criança de uma família numerosa. No enorme casarão onde viviam, nos arredores da cidade, recebiam frequentemente a visita de familiares. A Flor agradava especialmente a visita dos avós, sempre disponíveis para conversar e brincar com ela. Por ser filha única, desde pequenina que se tinha habituado a entreter sozinha, pois os pais chegavam tarde do trabalho e Eva, a empregada, nem sempre podia dar - lhe muita atenção. Flor adorava ler e desenhar. Quando estava bom tempo, desfrutava do amplo jardim que circundava a casa e andava de bicicleta ou brincava ao faz - de - conta, imaginando viver mil e uma aventuras. Imaginação e criatividade não lhe faltavam!
Um Conto de Natal
Aproximava - se o Natal. O dia amanheceu frio e cinzento, como devem ser os dias que antecedem o Natal. Flor acordou cedo como habitualmente mas, como já estava de férias, deixou - se ficar na cama, absorvendo a alegria calma e doce própria das manhãs de férias. Sentia - se duplamente feliz: estava de férias e era Natal, a sua época do ano preferida. Flor tinha dez anos. Além de ser filha única, era a única criança de uma família numerosa. No enorme casarão onde viviam, nos arredores da cidade, recebiam frequentemente a visita de familiares. A Flor agradava especialmente a visita dos avós, sempre disponíveis para conversar e brincar com ela. Por ser filha única, desde pequenina que se tinha habituado a entreter sozinha, pois os pais chegavam tarde do trabalho e Eva, a empregada, nem sempre podia dar - lhe muita atenção. Flor adorava ler e desenhar. Quando estava bom tempo, desfrutava do amplo jardim que circundava a casa e andava de bicicleta ou brincava ao faz - de - conta, imaginando viver mil e uma aventuras. Imaginação e criatividade não lhe faltavam!
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08:03
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Escalão B
1º Prémio
«É para ti, espero que gostes…»
O meu nome é Alice, tenho 67 anos e uma história de vida. Namorei desde os 12 anos com o mesmo rapaz, hoje meu marido. João, é o teu nome. João, de coração. João, de dor.
Crescemos juntos, tivemos a mesma adolescência (ou muito semelhante), a primeira casa, o primeiro emprego, o primeiro desgosto de amor, provocado por um de nós (alternadamente). Aos 12 o primeiro beijo, aos 15 o primeiro aperto, aos 22 o primeiro desconsolo, aos 40 a partilha da dor, aos 55 o desabrochar para uma nova vida, aos 66 o acreditar num milagre…
«É para ti, espero que gostes…»
O meu nome é Alice, tenho 67 anos e uma história de vida. Namorei desde os 12 anos com o mesmo rapaz, hoje meu marido. João, é o teu nome. João, de coração. João, de dor.
Crescemos juntos, tivemos a mesma adolescência (ou muito semelhante), a primeira casa, o primeiro emprego, o primeiro desgosto de amor, provocado por um de nós (alternadamente). Aos 12 o primeiro beijo, aos 15 o primeiro aperto, aos 22 o primeiro desconsolo, aos 40 a partilha da dor, aos 55 o desabrochar para uma nova vida, aos 66 o acreditar num milagre…
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Escalão B
2º Prémio
Nevava na Serra
Caíam as primeiras folhas de Outono na pequena aldeia nos arredores da Serra da Estrela. Martim Reyes mudara-se recentemente para uma casa de familiares da sua mãe, deixando a vida luxuosa que ostentava na cidade de Madrid, devido à morte do seu pai.
Escola nova. Começavam as aulas na aldeia do Sabugueiro para Martim, que iria frequentar o nono ano. Dotado de uma inteligência incomum, sentia-se frustrado por se encontrar num plano superior até ao do simples professor da terrinha… Os colegas de turma achavam-no arrogante, de nariz empinado, “com a mania” de que era o melhor e superior a tudo e todos. Ele era de facto tudo isso, e não parecia importar-se ou ligar a qualquer tipo de comentário.
Nevava na Serra
Caíam as primeiras folhas de Outono na pequena aldeia nos arredores da Serra da Estrela. Martim Reyes mudara-se recentemente para uma casa de familiares da sua mãe, deixando a vida luxuosa que ostentava na cidade de Madrid, devido à morte do seu pai.
Escola nova. Começavam as aulas na aldeia do Sabugueiro para Martim, que iria frequentar o nono ano. Dotado de uma inteligência incomum, sentia-se frustrado por se encontrar num plano superior até ao do simples professor da terrinha… Os colegas de turma achavam-no arrogante, de nariz empinado, “com a mania” de que era o melhor e superior a tudo e todos. Ele era de facto tudo isso, e não parecia importar-se ou ligar a qualquer tipo de comentário.
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Escalão A
1º Prémio
Um Conto de Natal
Era uma vez um menino de onze anos, chamado Diogo. A sua família era muito rica. Viviam numa grande cidade, onde havia grandes espaços de diversão, jardins e parques ao ar livre. Diogo era filho único e, tudo aquilo que ele pedia, os pais davam – lhe. O seu quarto era um paraíso de brinquedos. Apesar disso, o menino passava grande parte do seu tempo em frente da televisão, pois cansava – se rapidamente dos brinquedos e também queria ver todos os anúncios, na esperança de ver novos brinquedos que os pais lhe poderiam dar. Depressa se cansou da televisão e, agora era a internet que lhe despertava a atenção. “Sempre poderei ter acesso a mais novidades”, pensava ele…O tempo foi passando e aproximava – se o Natal. Diogo não sabia o que havia de pedir. Por mais anúncios que visse na televisão, por mais sítios que consultasse na internet, nada era novidade para ele.
Um Conto de Natal
Era uma vez um menino de onze anos, chamado Diogo. A sua família era muito rica. Viviam numa grande cidade, onde havia grandes espaços de diversão, jardins e parques ao ar livre. Diogo era filho único e, tudo aquilo que ele pedia, os pais davam – lhe. O seu quarto era um paraíso de brinquedos. Apesar disso, o menino passava grande parte do seu tempo em frente da televisão, pois cansava – se rapidamente dos brinquedos e também queria ver todos os anúncios, na esperança de ver novos brinquedos que os pais lhe poderiam dar. Depressa se cansou da televisão e, agora era a internet que lhe despertava a atenção. “Sempre poderei ter acesso a mais novidades”, pensava ele…O tempo foi passando e aproximava – se o Natal. Diogo não sabia o que havia de pedir. Por mais anúncios que visse na televisão, por mais sítios que consultasse na internet, nada era novidade para ele.
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