quinta-feira, 29 de abril de 2010

Concurso "Um Conto de Natal" (Entrega de prémios)

Foram entregues, nesta data festiva, os prémios alusivos ao Concurso “Um conto de Natal”, aos seguintes alunos: Natacha Moreira (11ºB – 1º Prémio); Ana Florentim (7ºE – 2º Prémio); Ana Marques (7ºE- 3º Prémio); Pedro Cunha (7ºE – 3º prémio).

RECITAL DE POESIA

Realizou-se, no passado dia 27 de Abril, o Recital de Poesia, no qual colaboraram diversos professores e alunos.

Aproveitando a época comemorativa das festividades do”25 de Abril”, a equipa da BE convidou a Profª Carla (História) a qual mostrou dois filmes alusivos à efeméride, um dos quais contou com a declamação, pelo próprio autor – Ary dos Santos – do poema “As portas que Abril abriu” que foi atentamente ouvida pelos alunos presentes, 9ºE e 12ºE, entre outros.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Um conto de Natal de Ana Luísa Florentim

Era uma vez uma menina chamada Inês. Era Natal. Inês ansiava pela chegada do Pai Natal e das prendas mas quando passou da meia-noite, Inês não tinha nem prendas, nem doces, nem Pai Natal! Inês sabia e sentia que tinha que fazer alguma coisa; então, do seu interior, tomou a decisão de ir em busca dele, mas não sabia por onde começar.
Foi então que teve uma ideia: pedir aos seus pais que lhe comprassem um bilhete para a Lapónia. Os pais disseram que sim, mas com uma pequena condição, eles teriam de ir com ela. Inês não gostou muito da ideia, pois achava-se muito independente, mas teve de concordar, pois só assim iria encontrar o Pai Natal.
Já na Lapónia, enquanto os pais arrumavam as suas malas e bonecas, esta pôs mãos ao trabalho. Começou por bater à porta das pessoas e perguntar-lhes se não tinham visto alguém rechonchudo, de vermelho e com um saco cheio de prendas.

quinta-feira, 18 de março de 2010

"Rodolfo e um Sonho de Natal" de Natacha Bacalhau

São três da tarde, uma tarde fria a desagradável, típicos dias de Inverno que sempre me deixam deprimida. Na verdade, minto, não é o Inverno o culpado de eu me sentir assim, aborrecida, chorosa e irritadiça, sem vontade de fazer nada, à excepção de adormecer e esquecer de todo este dia deprimente.
Há um ano atrás estava em pulgas, ansiosa por abrir as prendas que chamavam por mim debaixo da árvore demasiado enfeitada, mas acontece que este ano o meu “querido” pai fez-me o favor de me estragar um dos dias mais importantes de sempre, quando há cerca de uma semana veio ter comigo com uma daquelas conversas sobre estarmos no meio de uma crise e por isso as prendas não iriam ser muito boas, mas o que importava realmente era estarmos juntos e bem de saúde. Tretas! Que raio de Natal é este se nem uma prenda de jeito vou receber? Mais valia saltar esta época festiva e fingir que nem existe.